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ENGAJAMENTO COLETIVO

Se muita gente tinha dúvidas em acreditar que é possível cada um fazer sua parte em prol de uma mudança maior, isso se torna requisito para sobrevivência.

Muita gente tem dificuldade em entender isso, agora o desafio extrapola os recursos e influencia a saúde da população ou melhor, a vida. O que era antes considerado incertezas de um futuro de longo prazo, agora vira imediato para milhares de pessoas em situação de risco.


Estamos vivendo na prática a necessidade de um engajamento coletivo para enfrentar um problema que foge do controle de qualquer autoridade no mundo.

E como alcançar esse engajamento coletivo?


Vale explorar um pouco o que é engajamento. Não existe uma definição clara para isso, diversos autores divergem nesta conceituação.

O que é comum em todas as das abordagens é o olhar para o outro. Se eu quero engajar alguém preciso de empatia, de escuta, de coletividade, de colaboração


todos estes são requisitos fundamentais para a crise que estamos vivendo hoje no mundo.

O engajamento coletivo sempre foi um desafio para qualquer tema principalmente no universo da sustentabilidade. Há anos que vozes não são ouvidas. As pessoas não se engajam com aquilo que acreditam não estarem envolvidas.

Preciso me sentir parte de algo para de fato me comprometer e mudar minhas atitudes. Além disso, para me engajar é preciso fazer sentido para mim, ter um significado e ser relevante.

Todos esses fatores parecem agora estar batendo à nossa porta. Com a expansão da pandemia qualquer um pode ser afetado e mesmo que não faça parte do grupo de risco pode ameaçar a vida de familiares, amigos ou pessoas próximas.

Vamos praticar colaboração e trabalho em equipe. Precisamos de coletividade.

Quem disse que não dá para fazer isso no isolamento?



 

Ao redor de todo o mundo voluntários continuam se engajando, muitos adaptando as próprias atividades ao voluntariado digital O distanciamento físico, isolamento social não significa estarmos sozinhos!. O que realmente importa é que você faça, continue a fazer e a inovar seu trabalho voluntário para se adaptar a essas novas circunstâncias. Porque essa crise realmente terminará e, quando terminar, garanto que você emergirá mais forte.

Para inspirar e refletir que é possível!


Contribuir ajudando a aumentar a conscientização sobre segurança e saúde.

Inspirar a comunidade virtual sobre o voluntariado.

Atuar como divulgador de causas e projetos.

Doar sangue.

Colocar talentos em movimento: costurar, tricotar, contar histórias, dominar idiomas.

Gravar áudio livros.

Realizar mentorias online.

Organizar ou apoiar campanhas de mobilização de recursos materiais e financeiros.

Traduzir documentos e conteúdos.

Buscar publicações ou notícias relevantes de determinada causa na internet.

Apoiar a gestão das mídias sociais.

Produzir vídeos com contação de histórias.

Atender chamadas telefônicas ou chats para uma linha de prevenção de suicídio, garantia de direitos, denúncias de violência.

Enviar um cartão ou carta virtual para aqueles mais isolados: crianças em casas de apoio, em abrigos, lar de idosos.

Localizar o centro de crise mais próximo e verificar se há como participar pessoalmente, tomando todas as precauções e usando todo o equipamento de segurança necessário.

Criar vídeos institucionais para capacitar por meio de videoaulas.

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